Muitos advogados ainda operam com a lógica de que, uma vez assinado o contrato, o trabalho está concluído. Mas a realidade do dia a dia mostra o contrário: é justamente nesse momento que novas necessidades começam a surgir.
Uma demanda jurídica raramente vem sozinha. Ela costuma ser apenas a porta de entrada. Quem busca blindagem patrimonial, por exemplo, frequentemente também precisa de planejamento sucessório. Um produtor rural envolvido em conflitos de terra pode, ao mesmo tempo, enfrentar questões ambientais, contratuais ou até tributárias.
Na Engenharia de Negócios, isso tem nome: demandas derivadas. São necessidades que não aparecem de imediato, mas que estão diretamente conectadas ao problema principal do cliente.
O advogado que enxerga além do pedido inicial deixa de atuar de forma reativa e passa a atuar de forma estratégica. Ele não resolve apenas o problema — ele antecipa riscos, amplia soluções e se posiciona como um verdadeiro parceiro do cliente.
Agora, vale a reflexão:
No seu escritório, o cliente é analisado de forma global… ou cada demanda ainda é tratada de forma isolada?
Autoria de Dra. Kátia Viegas por WMB Marketing Digital
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